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Quarta-feira, Setembro 21, 2005
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Acabei fazendo isso sem querer.
Mais uma boca pra alimentar.
Não precisa ficar com ciumes filho mais velho, a mãe ama os dois igual.
pirofágica - 11:04 PM
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Sexta-feira, Setembro 16, 2005
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Quinta-feira, Setembro 08, 2005
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Vai querer?
Finalmente voltei ao Rio de Janeiro e sim, me perdoem o clichê, mas ele continua lindo. E contraditório. É tudo aberto, escancarado, sem muito disse me disse, ta lá e pronto. Estava devendo, para mim e para a colônia alagoana do Rio uma visita.
Apesar de ter muitos amigos cariocas, o tempo era curto e preferi dar prioridade aos amigos das Alagoas.
Cheguei na Rodoviária do Rio 18:10 da última sexta-feira. Desta vez decidi ir, mesmo sendo nos dois piores dias, financeiramente falando, para mim, por uma grande causa: Aline, a Bachara, tinha vindo diretamente de Maceió matar saudade. Fiz aquele esforço, vendi metade do meu vale alimentação e, como sempre, me joguei, fui!
Descendo do ônibus, senti aquele bafo quente e constatei, estava mesmo em terras fluminenses. Enquanto a Maíra não chegava fui comer alguma coisa e me livrar daquela mulher que não parava um segundo sequer de repetir: táiquisííí, táiquisííí, táiquisííí...
Um abraço bem demorado na amiga, depois de um tempão sem se ver. Não tanto tempo quanto o povo de Maceió, a Maíra esteve aqui em São Paulo e passamos uma tarde juntas. Sou péssima com o tempo então não sei quantos meses se passaram, mas isso não importava mais depois daquele abraço.
Um parêntese sobre [abraços]: demonstração de carinho típica dos amigos de Alagoas. Sem qualquer tipo de pudor, nos abraçamos com freqüência e alguns de nós, como a Fernandinha, por exemplo, podem provocar algum dano físico ou material com seus abraços quentes, mas nem por isso os mesmos são rejeitados, muito pelo contrário.
Deixamos aquela rodoviária pequena em tom pastel e de ônibus seguimos para o doce lar de Maíra e do querido Oswaldo. No caminho muita conversa foi colocada em dia, trabalhos, amores, amigos, farras e planos. Papo de amiga que não se vê há muito tempo. Depois da aventura que é andar de ônibus no Rio, chegamos na lendária Copacabana, segundo dizem, a praia mais conhecida do mundo. Mas neste momento não vi o mar...vocês acreditam que até esqueci que ia para uma cidade litorânea? É uma grande merda, mas sou praticamente obrigada a esquecer do mar. Minha amiga mora perto da praia, e isso é bom. O apartamento é pequeno, mas aconchegante. Tem a cara dos dois, menos os móveis do vovô, é claro!
A Maíra não contou nada para a Aline, queríamos fazer uma surpresa. Mas depois de tanta negociação, Aline estava quase irredutível, não querendo sair de casa. Folha e Alvinho então, nem se fala, não queriam sair mesmo. Fui obrigada a estragar a surpresa e pegar o telefone: - Ô sua putinha, quer fazer o favor de ir se encontrar com a gente em algum lugar! Não se assustem, sempre nos tratamos assim e sempre deu certo.
A Aline só ficava: - eu não acredito, eu não acredito...
Marcamos com o Wado de nos encontrarmos em um bar onde ele estava com uns amigos, entre eles o escritor JP Cuenca, o cara é muito bom, quem tiver oportunidade leia alguma coisa dele, atualmente escreve para a TPM e está escrevendo seu segundo romance, só pra se ter uma idéia quem o elogiou foi Chico Buarque, e olha que pro Chico elogiar alguém... . De lá ligamos para a casa da Folha e combinamos de encontra-los em um bar que eu não lembro onde era. Simplesmente entrei no ônibus e fui, depois de escutar Wado e Maíra discutindo sobre seus conhecimentos de espaço físico no Rio de Janeiro. Muito engraçado como cada um fala um caminho e um ônibus diferente e cada um tem sempre a certeza de que seu caminho é o certo.
O tempo estava meio nublado e a cidade quente estava ligeiramente fria. Não para a Aline. Vindo da quentura boa do nordeste, nossa amiga sentiu um frio que eu não conseguia. Dei muitos abraços na minha querida amiga, e finalmente as três amigas ¿não pode parar¿ estavam juntas novamente.
Sentamos em um boteco, mas os caras não estavam muito afim de trampar. Praticamente fecharam as portas com algumas poucas pessoas dentro. Nessa altura do campeonato o Wado já tinha se levantado de fininho e ido embora, a cara dele mesmo. Tomamos várias outras cervas de esquina e falamos muito. O cansaço bateu e fomos embora. Por sorte ou sei lá o que, no Rio de Janeiro tem ônibus à madrugada inteira, pelo menos pra Copacabana descobri que tem.
Como sempre acontece, eu e a Má temos que responder a pergunta clássica: - Vocês são irmãs? Entre alfaces, tomates e carne moída, separados no supermercado para o nosso almoço, vem uma velhinha, muito figura com cara de louca, para, olha para nós e solta a pergunta. Agora nem respondemos mais, só olhamos uma pra outra e começamos a rir.
Fizemos um super-rango colorido e gostoso para os três, enquanto o Wado viajava nas gravações no PC e me apresentava uns sons gringos. Inclusive preciso lembrar o nome de um cara de Nova York que ele me apresentou como um ¿travesti branco que tem uma voz de negro¿ e sua banda. Muito bom o som. Forte e melancólico.
O plano era fazer uma trilha e depois ir no Mercado Odeon, em frente ao cinema, na Cinelândia. (será que eu to falando os nomes certos dos lugares ou to viajando?).
Combinamos com o Siri por telefone de nos encontrarmos lá no Mercado, com a Aline e a Camila também, mas estávamos afim de dar essa caminhada, principalmente o Wado e o Marcelo, companheiro do projeto Fino Coletivo, que daqui a pouco eu falo mais. O Marcelo é uma figura. Gostei muito dele. Simpático e atencioso sempre disposto para conversa. Chegamos na Praia Vermelha e começamos a trilha ¿normal¿ até onde o turista convencional costuma ir, depois seguimos pela trilha ¿de verdade¿ entre as pedras. Na verdade a trilha é na pedra. Na grande pedra da Urca. Ali onde passa o Bondinho para o Pão de Açúcar. Uma delícia de caminhada de tarde. O visual é lindo. O mar, a ilha, o morro...e até Niterói do outro lado.
Sentamos um pouco, conversamos um tanto e voltamos para encontrar a galera no Mercado Odeon.
O Mercado é um evento paralelo às sessões de cinema do Cine Odeon. Uma feira bem legal, umas palestras que perdemos, um sonzinho mais ou menos e uma locutora chata pra caralho. Também perdemos a sessão da Fantástica Fábrica de Chocolate, chegamos atrasados. O próximo filme? Buena Vista Social Clube. Maravilhoso, mas já vi umas trezentas vezes e não iria pagar para ver. Opinião geral entre os presentes. Os velhos, Alvinho e Folha ficaram em casa, Aline foi sozinha e o Siri estava lá, todo destruído de uma partida de futebol. Quando a Camila chegou não acreditou. Disse que estava se sentindo em Maceió mesmo. Primeiro a surpresa da Aline, depois eu, ali. Era tudo meio que inesperado mesmo.
A Camila é uma galega linda. A conheci no carnaval do ano passado em Recife, através da Maíra. De lá ela passou uns dias em Maceió conosco. Quando fizemos aquela festa à fantasia maluca doidera total.
As meninas seguiram com a Camila de carro, eu queria caminhar e fui com os guris andando e conversando. Chegamos na Lapa. Siiiim, a Lapa do Rio, aquela dos Arcos, que passa décadas, anos e ela continua completamente diferente e exatamente igual. Os boêmios não são mais os mesmos, mas a boemia persiste. Sentamos em um bar pedimos duas cervejas e lendo o aviso de ¿temos caldinho¿ pedimos um de feijão. Um susto quando chega aquele caldinho escuro em uma tulipa de chope. Aquilo em cima não era torresmo, era alho torrado mesmo. Acho que foi o pior caldinho que tomei na minha vida, só não era pior que o de mocotó que os meninos pediram, mas nada que uma farinha e uma pimenta não amenizasse.
Marcelo se empolga e pergunta para o pior garçom de todos os tempos qual é a pior cachaça do bar. Era uma tal de ¿Roça¿.
- Traz duas. Não, não... . Vocês querem também? Traz cinco.
Pinga ruim se toma de talagada mesmo. Fui dar bicadinha e desisti logo. Enquanto isso Marcelo virava um, dois... Não eram ¿doses¿ era um copo americano cheio mesmo.
Alvinho e Folha chegaram e, foi muito engraçado o Alvinho botar a maior banca de motoqueiro com aquela jaqueta cara, e a Folha desligada como sempre, falar que ele ta mesmo parecido com um moto boy.
Foram muuuuitas cervejas, muuuuitas risadas e muuuuitas fotos. Todo mundo se empolgou como modelo e como fotógrafo. Assim que as meninas me mandarem coloco algumas aqui. Impressionante como todo mundo saiu com aquela cara de bêbado. Nessa altura do campeonato o ninja já tinha ido embora. O Wado vai embora que ninguém vê. É um velinho mesmo. Acorda cedo. Dorme cedo. Desde que conheço o Oswaldo ele sempre foi assim, sempre.
Fomos dar um rolê pelas ruas de cima. Muita gente, cada bar uma música alta diferente. Ambulantes, malucos, playboys, gente de todo o tipo. Um maluco cantando uma música do Ventania. Pensei: até aqui!
Noite divertidíssima, cheia de sorrisos. Acabamos ficando eu, Siri, Folha, Alvinho e Aline.
Dormi em Botafogo, no ap da Folhinha e Alvinho, torcendo pra ver sol no domingão.
Finalmente Rio de Sol, de Céu, de Mar... e to lá eu novamente: Posto 9, Ipanema.
Domingão de Sol em Ipanema é praticamente disputar a tapa um lugar na areia. Achamos um cantinho e curtimos nossa ressaca no sol da tarde. O mar do Rio é gelado.
Chegamos na feirinha no fim de tarde e...coitado do Siri, andando com quatro mulheres em uma feirinha cheia de brincos, bolsas, sandálias e todo tipo de apetrecho artesanal.
Foi sentar em algum bar, tomar uma cerveja e ver o jogo do Brasil. Enquanto isso eu parava em alguma barraca de instrumentos de percussão e ficava batucando e chacoalhando tudo o que aparecia na minha frente. Sabe criança rodeada de brinquedos novos? Mais ou menos isso.
Sabendo que os meninos iam ensaiar à noite, ficamos de aparecer no ensaio. Já que eu não poderia mesmo ficar para o show, teria que ir de qualquer jeito no estúdio.
Chegar morrendo de fome e sentir aquele cheiro bom da feijoada do Alvinho foi a notícia do momento. O Alvinho cozinha super bem e fez uma delícia de feijoada pra todo mundo. Os meninos do Fino Coletivo estavam lá, o estúdio onde ensaiam é bem pertinho da casa do Alvinho.
Muito bom estar ali com as meninas. Sinto muita falta dos amigos mais próximos. Aqui conheço bastante gente de Maceió, mas nunca foram meus amigos de ir a casa, telefonar sempre e sair com freqüência juntos. E parte desse povo, os chegados, estão ali, estavam ali juntos, naquele momento, porque na boa, o que eu, Aline e Maíra aprontamos há um ano atrás...nem te conto.
Demos muitas risadas vendo as fotos da noite anterior. A Aline tem que me mandar logo, pra publicar algumas aqui.
Caminhamos até o estúdio e vi muita gente boa tocando junto. Sorte desse povo do Rio que ta tendo oportunidade de ver esses meninos juntos. ¿Sambas tortos¿, assim começa o release dessa galera. É alagoano e carioca, um samba fino, sem querer ser redundante.
Sem um vocalista fixo, Wado, Marcelo, Siri e Alvinho Lancelotti cantam. E compõem. Como me ensinou o Marcelo, são cantautores. Palavra de origem espanhola que, caracteriza, como o próprio nome induz, cantores/compositores. Do Wado e do Siri não vou falar muito porque muita gente que vai ler sabe que pra mim o Wado é um dos melhores compositores da música que tem sido feita nos últimos anos. Do Siri, o mesmo, as canções do crustáceo são únicas na sua simplicidade. Mas bem de leve, rapidinho, fui apresentada ao Marcelo cantautor e sem pestanejar recomendo. Rrrrrecomendo muito. Enquanto o Fino Coletivo não grava, dá uma olhadinha no Trama Virtual que ele ta lá. Marcelo Frota é o nome do cara.
Mas tava na hora de ir embora.
De carona com o baixista que não lembro o nome, mas foi muito simpático com a gente, chego novamente em Copacabana, dessa vez eu vi o mar.
Antes de tomar aquele banho e dormir pra acordar bem cedinho pra estar na Rodoviária, às 7:00 da manhã, assisti o clipe novo do Wado e Realismo Fantástico, o ¿clipe do Jacaré¿ como a galera fala.
Ficou muito legal, com cenas dos meninos da banda rindo, conversando, provavelmente em algum momento antes de um show e com o Wado desenhando, com a temática ¿se vacilar o jacaré abraça¿ (hahaha). Muuuito bom! Não lembro agora o nome do cara que dirigiu junto com o Wado, fico devendo. Logo deve rolar na MTV.
Dormi a volta inteira e cheguei no trampo descabelada, suada e cansada. Foi uma segunda feira bastante longa que me fez pensar: Eu quero ir morar no Rio de Janeiro.
Nunca pensei que fosse dizer isso, mas é a pura verdade!
pirofágica - 7:59 PM
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Segunda-feira, Setembro 05, 2005
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texto escrito dia 1º de setembro que esqueci de publicar:
Um ano. Hoje faz exatamente um ano que peguei carona naquele ônibus cheio de dentistas loucos e vim parar aqui.
Caralho, o tempo ta passando cada vez mais rápido. Um fenômeno que acontece com todo mundo, por isso eu não deveria chamar de fenômeno! Ãhn? Ah! Essa coisa de que...quanto mais o tempo passa, mais rápido o tempo passa. Sacou?
Quando a gente é criança um ano demora uma eternidade pra passar. Até chegar o próximo aniversário, o natal, ano-novo...
Mas quando tu vai chegando nos vinte e tanto, principalmente quando passa dos vinte e cinco...vixe. O barato voa!
Esse ano não foi mole não. Vários perrengues e muita saudade, porém, de um crescimento pessoal imensurável. Não descolei o trampo que quero. Não consegui meu lar doce lar (mas isso está se resolvendo de verdade dessa vez, a papelada está praticamente pronta) e não estou namorando ¿o cara¿ porque ainda não conheci ¿o cara¿. Por outro lado me vejo estranhamente ¿subindo¿ na empresa. Fui promovida de novo. Ainda são realmente estranhas essas palavras pra mim: empresa, promovida...mas, sem querer to fazendo carreira por aqui. Nem de longe o que quero, mas preciso ir aumentando esse salário de merda pra poder sobreviver.
Saí da casa que estava e fui pra casa de outro tio. Perto de uma galera que me quer bem e que me diverte, mas aprendendo sempre, porque conviver é sempre um grande aprendizado. E...bom, namorando não, mas aproveitando horrores sim, porque ninguém é de ferro nénão!? Os amorecos passageiros fazem bem pra pele e para o ego e como todo mundo sabe...não posso sem massagem no ego, hehe! Enquanto não conheço o tal d¿O Cara tenho feito umas coisas bem interessantes. Tudo pelo aprendizado, é claro.
Não me assusto mais com São Paulo, mas me surpreendo sempre. É ridículo ficar repetindo o que todo mundo já sabe, mas é tudo tão...tão grande, que uma pessoa sem muitos medos como eu pode se fuder legal. Mas aqui, como em qualquer lugar, me sinto em caso. A tal da desterritorialização.
Como todo mundo sabe também, não passa pela minha cabeça passar toda a minha vida por aqui, nem mais que dois anos, mas agora com o ap alugado, pelo menos um ano e meio vou ter que ficar em quanto isso não sei exatamente o que vai acontecer, só sei que não quero me tornar uma típica paulistana que não olha para os lados e pra isso, vou ter que exercitar a observação e respeitar sem pudores meu instinto nato de me envolver com as pessoas.
Essa coisa de envolvimento também é foda. Sinto saudades dos meus amigos. Fala sério como sinto! É muito diferente ter amigos em São Paulo e ter amigos em Maceió. A impressão que dá é que aqui as pessoas não têm tempo para amizades. O negócio é trabalhar para pagar as contas, e sim, para pagar suas despesas culturais, o que bem poderia ser algo do tipo...grana para gastar com os amigos. Mas como eu disse outro dia, o paulistano é acostumado a ser só. Aqui as pessoas não saem sempre, com freqüência, com o mesmo grupo de amigos. Primeiro porque é difícil existir um grupo de amigos, segundo porque, quando ele existe, entrar nele é mais difícil ainda. Principalmente se você for ¿menina¿.
Tem dias que tu sai e conhece uma galera gente boa, mas...típico de cidade grande...se escutar a frase: - então eu te ligo. Não leve tão a sério. Porque as pessoas normalmente não ligam.
Quando a Amanda tava solteira e solta na buraqueira saímos e curtimos muito, mas agora ta mais difícil de nos encontrarmos, o que é uma pena, porque nós duas juntas pintamos o terror e nos divertimos horrores. Ficamos de almoçar juntas qualquer dia, mas sabem...um almoço é um almoço.
A família tranqueira não anda tão tranqueira assim, depois que a Nana começou namorar aquele careca tratante do Silvio, nunca mais saímos pra ficar daquele jeito. Bom, tirando a aniversário do Dinho, que...sem comentários!
Mas agora conheci a Mhel e desde que descobrimos que temos muitas coisas em comum saímos juntas (quando o Jere ta aqui somos um trio) e sempre nos divertimos. Agora, vamos ter que agüentar uma a outra porque vamos morar juntas. Grande figura batalhadora e que tem o gurizinho mais esperto que já vi. O Klaus é uma figura mesmo.
Ahh, não posso esquecer do Erich. Mas aí são outros quinhentos J! Ai é muito fofo escutar aquele sotaque de caipira dele e dos meninos que moram com ele.
Sábado passado quando saí escutei aquela frase típica de casa do interior: - desculpa qualquer coisa! Não vai ficar pra almoçar?
Bom, é isso. Saudade dos amigos, saudade dos meus pais, da minha irmã, de todo o mundo.
Que eu não tenho juízo todo mundo sabe, então, amanhã eu to indo pro Rio me dar de presente de um ano longe de tanta coisa que gosto, ver meus amigos e encontrar um pouco de Maceió por lá.
Amo vocês,
Fui!!!
p.s.: se alguém encontrar a Camila de odonto, pede o e-mail dela e me passa porque eu perdi. Foi ela que arrumou a carona que me trouxe até aqui. E é uma figura muuuito gente boa.
pirofágica - 8:09 PM
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