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Quarta-feira, Abril 28, 2004 as fotos da incansável aline baracho para o meu "book", hahaha!!!
orelha
apologia
pés (antes da tatuagem)
postado por: pirofágica 4:29 PM
mais uma tatuagem dessa vez
postado por: pirofágica 2:42 PM
contagem regressiva... pra terminar meu tcc e principalmente pra ir embora dessa cidade. aí minha mãe diz: não te entendo, vc não gosta tanto daqui? Claro que gosto, adoro Maceió, adoro meus amigos, minha praia de guaxuma, a constante brisa, o crepúsculo mais bonito quando consigo chegar em casa na hora exata do sol cair aos poucos, o céu, o q mais gosto, o céu... mas ahhh, preciso respirar outros ares, conhecer outras pessoas, dar um rolê, viajar como antítese de turismo, construir uma rota muito louca, fazer meu mapa, minha peregrinação, movendo-me para onde quer que sinais e coincidências ou simplesmente caprichos possam me guiar. com pouca grana, muita cara de madeira e vontade de viver de brisa, vou me embora... fama de porra-louca? tudo bem, hehehe!!!
postado por: pirofágica 2:40 PM
Quinta-feira, Abril 22, 2004 queria dar um toque também que tá rolando uma exposição fotográfica linda da minha grande amiga Maíra Vilela, no Correio Central de Maceió. Com fotos do Guerreiro, Coco e Pastoril. é o mesmo projeto onde a Verinha mostrou suas maravilhosas mandalas.
postado por: pirofágica 5:22 PM
Duas fotos do dia da despedida do Galego Amarelo. Dia 15 de fevereiro de 2004, Praia do Francês, AL saudade de ti MC Cuscuz, as fotos não estão boas, não sei mudar elas depois de scaneadas, mas a primeira tem tanta gente que sempre descubro alguém e a segunda tem um povo também da melhor qualidade como nossa querida Aperecida, temos a pequena Nicolle, o homem que se foi, Lucas Amarelo e a querida Lilicous.
postado por: pirofágica 5:19 PM
Terça-feira, Abril 13, 2004 na virada do século 19 para o 20, eis que surge João do Rio e o belo texto de reportagem no Brasil obrigada TCC, graças a você conheci minha mais nova inspiração. obrigada Paulo Barreto, ou João do Rio, pela belíssima pauta e pelo prazer de ler seus textos repletos de jornalismo e literatura. quem se interessar: A Rua, do livro "A alma encantadora das ruas".
postado por: pirofágica 1:49 PM
Minha voz continua a mesma, mas meus cabelos... São 5 anos. Nem 5 dias, nem 5 horas, 5 anos. Nossa quanta coisa acontece em 5 anos. Primeiro me aventurei no curso de Música, mas desde guriazinha já tinha botado na cabeça que queria cursar Jornalismo e não, nunca quis apresentar o Jornal Nacional, odeio aparecer em vídeo e até fotografia, mas sempre gostei de ler e escrever. Desisti do curso de música, que escolhi por já estar no curso de extensão no período de um ano, mais dois vestibulares. Entrei em 1999 com alguns amigos já no curso, aliás, já freqüentava o curso. Conhecia Giuliano, Sivaldo, Wado, Joelma que tava se formando, Tati, Marcelo, Luciano. Entrei como a mais veterana das calouras. Logo de cara, no Bar da Maínha, o saudoso Bar da Maínha, palco de muitas confraternizações da comunicação, fui convidada a participar da organização do Enecom 99, o famoso Enecom de Maceió, e na Comissão Organizadora fiz muitos amigos e arrumei algumas caras feias pro meu lado também. Participar dessa CO foi uma das melhores coisas que fiz na universidade. Em todos os encontros, congressos e seminários que fui, nunca vi uma CO como a nossa. Meu primeiro ano foi um desastre acadêmico, encaro as conseqüências até hoje. Minha turma nunca foi minha turma. Deixava de assistir aula pra ir ao campinho jahscar e me divertir. Ahhh o campinho, faz tempo. Acho que foi o último "grande ano" do campinho. Depois veio a "árvore", o "paredão", a "caixa amarela" e outros pontos fumaçais que fomos descobrindo e freqüentando aos poucos. A turma do segundo ano era a minha turma no primeiro ano. Deixava de assistir as aulas chatérrimas de psicologia da comunicação com a professora chatérrima pra assistir aula de estética com o querido Guilherme Lamenha e disso não me arrependo nem um pouco. Fui pro Rio de Janeiro, Belém, Natal, São Leopoldo, Porto Alegre, Vitória, São Paulo, Palmas, Aracajú, Campinas, São Luís, João Pessoa, Recife, Brasília, Salvador... graças aos maravilhosos encontros. Cada um, milhares de lembranças. Alojamento, refeitório, um pra abrir o apetite, o digestivo. Campus, vários campus, o da Ufpa marcou, um dos mais bonitos que já vi. Mesas quilométricas no Rio, festa no meio de um rio em Belém, Sexta-pagã em Natal, frio do caralho em São Leo, o céu rosa e o lago Thompson de Vitória, amigos na Usp e volta pra casa, terra vermelha de Palmas e muitas risadas com Targino, Sexta-pagã inesquecível na caretice de Aracajú, as místicas em Campinas, aventura total no beco da Catarina Mina em São Luís, lombreragem do mundo em João Pessoa me sentindo uma dinossaura, o lendário Canabis Cup em Brasília, muitas lembranças. Em um texto que fiz criticando a universidade falei muito dos professores sacanas, mas lembrarei com carinho o já citado Guiu, Cícero Rogério, Walter Matias (que não foi meu professor mas tive o prazer de assistir algumas aulas), Sonia Candido (eu gostava das aulas dela), Arnaldo Ferreira (apesar dos constantes arranca rabos) e até o Gusmão, sim eu me divertia com o cara. As tardes do COS (departamento de comunicação social), nunca vou esquecer o pôr do sol, um dos mais bonitos que já vi. Das longas conversas com os amigos e de como fiz amizades com "meninas". Antes da Ufal só conhecia "meninos", a maioria dos amigos eram homens, mas no curso de comunicação social homem é uma lenda, são tão poucos. E foi assim que nos tornamos "as meninas do COS" e essas mulherada deu e ainda dá o que falar. Sermos "as mais animadas" nos acompanha há tempos. Sempre com um instrumento musical em mãos fazemos uma festa. Nos encontros as festas eram sempre na frente do nosso alojamento, sempre ficamos até de manhã com nosso velho repertório: Jorge Ben e Chico Buarque não faltam nunca. E até por aqui a coisa ganhou dimensões inesperadas. Uma vez a Verinha tava no ônibus voltando do Eustáquio e quando este passa em frente a Ufal dois garotos começam a conversar: - aqui é a Ufal, maior maconheragem aí, precisa ver as meninas do COS, a maior limpeza. Puta merda, imagina se mina mãe tá nesse buzu? Foi onde aprendi a arte do fogo, onde aprendi o primeiro ponto de macramê, onde fizemos as mais loucas festas da Ufal, quem veio à uma festa no Cos não esquece, as dos calouros, as de São João e as inesquecíveis Antropofágicas. Grandes amizades "de rocha mesmo". Um dando força pro outro, o que pinta, o que dança, o que escreve, o que faz artesanato, o do circo, o músico...o exercício do incentivo verdadeiro praticado sempre por nós. Foi aqui também que aprendi a abraçar, aquele abraço de verdade. Época de Brinco de Viúva, as mãos e as roupas roxas. Época de chuva, COS e toda a Ufal alagados. Época de cigarras, umas 5 da tarde começam sississisisssissi...época de alta (bons tempos) época de baixa (sempre aparece um "sassá" pra salvar). O dia das crianças foi outro momento inesquecível. Os calouros que decepcionam, os calouros que se tornam grandes amigos. A mudança física nem falo. Minha voz continua a mesma, mas meus cabelos...além de aproximadamente 10 kg a menos. É difícil listar, mas acho que valeu a pena. Depois de escrever falando do "lado ruim" da instituição, não tive como não descrever as delícias de passar pela universidade. Vou sentir falta disso, mas esse ciclo tinha mesmo de fechar e já tá passando da hora.
postado por: pirofágica 1:04 PM
Segunda-feira, Abril 12, 2004 que dia é hoje? eu nem sei que dia é hoje... to tão sem criatividade para escrever aqui, na correria também. até que consegui curtir o feriadão, dessa vez bem mais tranquilo do que em anos anteriores. curti noites e dias. e por falar em dias, to aqui toda no mormaço, com o corpo quente de ficar no sol. fui à praia com meu pai, ele como sempre foi pra casa e eu fui pro bar brasil, mesmo sabendo que meio-dia não é hora do povo meu amigo chegar em guaxuma. depois de dois "tchibuns" fui me secar no sol. to no maior bronze, mais "nigrinha" que nunca e com essa sensação molenga de mormaço. ainda bem essa chuva agora, deu uma refrescada. continuo sem criatividade mas ao meso tempo tendo várias coisas pra conversar, bom... quando der.
postado por: pirofágica 2:54 PM
Segunda-feira, Abril 05, 2004 olha que massa: hoje, à meia-noite, tem Xique Baratinho no Jornal da MTV, na seção Bandas Novas. tá dado o recado, eu não perco nem a pau. ah, rola a reprise do Jornal no dia seguinte, às 17h.
postado por: pirofágica 4:05 PM
Quinta-feira, Abril 01, 2004 Resolvi me dar uma folga da monografia hoje. Não que eu esteja podendo me dar ao luxo de "folgar", pelo contrário, quanto mais escrevo, mas descubro que tenho que escrever. Mas hoje fui tomada pela saudade. saudade do ant. soedade, soidade, suidade < Lat. solitate, com influência de saudar s. f., lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir; pesar pela ausência de alguém que nos é querido; nostalgia; Saudade é uma palavra que só existe nesta terra basílis. Em outros países, o mais próximo que se chega de seu "significado" é "sentir falta", mas quem sente sabe que é mais que isso. Já conversei bastante com Kauka sobre isso, sempre que uma despedida nossa estava próxima. Falávamos dos vários estágios ou momentos da saudade, sem querer dar muitas explicações, apenas falávamos o que sentíamos. Saudade recente ainda guarda um sorriso. Diga aí se não é massa quando você fecha o olho, relaxa e vem aqueles momentos bons na lembrança? Essa é a parte "suave" do dicionário. Acho que estou falando de saudade de pessoas, é o tipo mais frequente comigo. Só que chega o momento da parte "triste" do dicionário. Quando o rosto de quem te faz sentir saudade vai sumindo da tua memória. Quando tu quer sentir o cheiro, tocar, saber que a pessoa está alí, do seu lado e nada pode fazer. Hoje acordei com muita saudade do meu irmão. Tem 9 meses que ele se mudou e só fui me dar conta que já faz tanto tempo essa manhã. Senti saudade das brigas, dos beijos melados dele, de andar de moto com o vento forte batendo no rosto, de nosso tempo de criança, de como ele gosta de me provocar e depois diz que gosta de aprender comigo. Saudade da gota. Kauka e Balbino são outros. Não sei explicar o que acontece, mas me dá uma dor no coração a saudade que sinto desses meninos. Balbino ainda encontrei quase que por um milagre na quarta-feira de cinzas em Olinda, mas Kauka, vai fazer um ano na semana santa que não vejo meu par, meu irmão, a pessoa que mais parece comigo que já conheci. Saudade de vários amigos que conheço por esse Brasil afora, gente de vários cantos, de todas as regiões, por onde passei e fiz amigos, saudade de lugares também e contrariando o dicionário, saudade de quem nunca vi. Não sei ao certo pra onde vou. Onde vou matar um pouco de toda essa saudade. Se vou ver minha irmã querida e tentar viver em Porto Alegre, não sei se fico em Salvador e vou com Balbino morar na Chapada. Não sei se passo em São Paulo pra matar a saudade da infância e do meu querido irmão de sangue, não sei se vou atrás de algum paquera no Rio, ou em Brasília, ou se vou atrás de um amor em Curitiba ou se digo foda-se e morro de tédio (não, essa opção é brincadeirinha) ou se faço tudo isso e saio sentindo mais saudades depois. Eita troço danado esse viu?
postado por: pirofágica 12:53 PM
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