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Terça-feira, Setembro 30, 2003 Diário de Bordo ¿ Maceió/Recife/Maceió 1ª parte ¿ reconhecimento de área, adaptação e charlação Eu bem que poderia Ter ido em casa, tomado um banho e descido numa boa, daria tempo. Marcado pra sair às 14h, o ônibus saiu quase às 16h. Na espera fui vendo quem eu conhecia que estaria viajando, estava de cara e sem coisa, mas fui vendo os lombreiros, ou melhor, as lombreiras chegarem. Depois de um tempo aparece o Deyves já pensando em ir. Sempre é assim, ver a galera arrumar as coisas e se prepara pra pegar a estrada, bate uma vontade de largar tudo e ir junto. Com os incentivos da galera ele acabou indo pra ficar na casa da Núbia, uma possível guarita para mim (como não me lembrei da Núbia antes?). Me emburaquei no fundão porque lá é que é o meu lugar e espertinha que sois me acomodei em duas poltronas só pra mim. De conhecidos, além da galerinha mais nova e alguns nem tão novos, da comunicação, as meninas de psicologia, as meninas de biologia, samuel, a galera do dce, enfim, conhecia a maioria. Basta pegar a br pra galera do ¿meião¿ se aprochegar com a vela na mão, queimando e cantando tinha hora que não tava afim de ouvir a voz e o repertório do violeiro em questão, que no momento era o samuel. Peguei o disc-man e botei um som delicioso para aquela luz de fim de tarde, um dos momentos mais lindos quando se está na estrada, daqui a pouco voltam os becks para o fundo aí fiz o teste, passei o fone pra alguém, acho que foi a aninha. ¿Que som é esse?¿ No momento não tinha entrado a voz, tava só o som rolando. ¿Wado?¿, não. ¿Ah! Elis¿. Samuel senta do meu lado. ¿Escuta aqui e diz que som é esse¿. ¿Wado... ah! É Elis Regina porra¿. Era Maria Rita, não tem como, parece muito. De volta ao Recife tinha que ligar para a dd (deyse) e para a de(nise). Primeiro a deyse. Disse que tinha resolvido passar aquela noite lá no seminário, porque o lugar era distante e meio sinistro, e no dia seguinte combinávamos algo. Até então, Dd não sabia se ficaria em Recife ou se iria pra SP no dia seguinte. Falei com Denise e ela disse que ia para uma festa no Recife Antigo, e que poderíamos nos encontrar lá. Preferi não arriscar e deixei minhas coisas no alojamento mesmo. Ônibus pra levar a galera para o Recife antigo. Horário marcado para o retorno: 3h30. Comemos e seguimos para a clássica Rua da Moeda. Eita que esse lugar me traz lembranças maravilhosas de muitos carnavais. De repente em uma rua antes do beco da moeda o movimento, mesas e rua cheia, o bar: Burburinho, um lugar que as pessoas freqüentam nas quintas-feiras. Fomos procurar saber o preço da cerveja. Hum, Bohêmia, deve ser caro. Hummm! Caralho, 3 pilas. Porra, sou de Maceió, acostumada a tomar Skol de 2 pilas, mas é o preço pra quem não quer beber vinho e que se foda, primeiro dia sempre tu gasta uma graninha a mais, e se cada um ir pagando uma por vez tá tranqüilo, além de quê era ¿o local¿, pessoas bonitas, interessantes e um som massa rolando, tinha de ser ali. Logo encontrei Denise. Tava com uma saudade danada daquela galega. Denise é uma figura linda que me hospedou em seu ap no carnaval desse ano, é bióloga e tem uma filha linda de 3 anos, a Maité. Conversamos e eu fiquei de ligar no outro dia pra ir pra sua casa. Assim que chegamos vi o Rogério do Bom Sucesso, é estranho, ainda vejo esses meninos como Eddie, mas tudo bem, mesmo por que quando olho pro lado está Fabinho e depois vi o Berna e fui falar com ele. É um figura que eu conheço e sempre acabo me batendo com ele nos cantos, carnaval, garanhuns, em Maceió mesmo, sempre encontro o Berna. ¿E aí, cortou os cabelos¿ ¿Pois é...como é que estão as coisas, os shows?¿ conversa vai, conversa vem e ele me pergunta se eu tenho um blógui, porque acho procurando na internet sobre o Bom Sucesso Samba Clube e coisa e tal... Achei massa, ele deve Ter lido o relato do FIG que postei há um tempo atrás. Vou colocar aqui de novo completinho para ver se o Berna me acha de novo ¿G.R. Bom Sucesso Samba Clube¿, banda iradíssima de Olinda, que tem que vir tocar em Maceió. No fim das contas Berna me deu um toque de um show que ia rolar na Sexta, lá no Recife antigo com uma banda chamada A Roda, se não me engano. Disse que era o de mais legal que iria acontecer na Sexta. ¿Até meia-noite mulher não paga¿. Instiguei mesmo. De volta pro alojamento não aguentei muita coisa, só capotar e dormir, meu horário já tava louco tinha uns dias, precisava descansar. No outro dia a movimentação era tanta que não dava pra dormir até muito tarde, o povo acordou e foi tomar café, mas tinha uma galera da delegação de Alagoas que não havia pago com alimentação, ou seja, muita gente sem rango. Esperei todo mundo comer pra dar aquela velha ¿mangueada¿ com a galera da Comissão Organizadora. Puta merda, que mina chata a tal de Mariana, camisetinha da enecos coisa e tal. É tão lindo o discurso do Movimento Estudantil, nossa, me emociono... mas é uma pena que na grande maioria não passa do discurso. A figura miguelando o rango, além da grosseria no modo de falar, não é implicancia não, o fato é que ninguém curtiu a guria. Outra coisa, tenho certeza de que se eu tivesse falado que já fui da enecos, da cen, que participei da organização de um dos maiores enecons da história, organização de um cobrecos e que já gastei trilhões de neurônios e tempo com o tal do MECom ela teria ficado pianinho pro meu lado e o pior, talvez quisesse ser minha amiguinha, preferi ser uma quase anônima, desenrolando como sempre desenrolei. Deyves ligou pra Núbia e marcamos de ir encontrá-la. Resolvi ficar no alojamento mais um pouco, pra ver no que ia dar. Deixamos as coisas e fomos pra Casa Amarela conhecer o doce lar de Núbia. Doce mesmo, uma graça o apezinho que ela divide com outra guria, a cara da Núbia, todo colorido, móveis pintados, sonzinho, uma graça mesmo. Descemos pra telefonar e resolvemos almoçar e tomar uma cerveja. Voltamos e jahscamos o único fino que o Deyves tinha, tomamos mais cervejas, conversamos e de tão cansados tiramos um cochilo massa no chão da sala, tava um calor dos infernos. Antes disso eu liguei pra Deyse e ela ficou de comprar nosso ingresso e ficamos de nos encontrar no show da Roda, que por sinal todo mundo dizia que é uma banda massa, linda e que eu iria curtir muito o show, só que a Núbia passou outro serviço: um show na concha acústica da Ufpe com um bocado de banda, entre elas Matalanamão e Faces do Subúrbio, que é ducaralho o show dos caras, preço: 5 pilas. O negócio era voltar pro alojamento e ver o que a galera pensava em fazer, ir pra concha, ir pra Roda ou ficar no tal do sarau do seminário. Passamos antes no Bompreço e compramos uns pães e achocolatado pra mais tarde e para o café da manhã. Chegando lá recebemos a notícia de que teríamos de mudar de alojamento. Ir para um prédio maior porque haviam chegado mais participantes do que se imaginavam, erro tosco de organização. O fato é que a propaganda foi péssima do novo local. Até gabiru disseram que tinha, sobre o banheiro então, vixe, nem reproduzo... . Enquanto o movimento estudantil se exaltava por um alojamento decente conheci uns baianos que estavam fechando um toco: Bruno e Luan, duas figuras maravilhosas que estavam mais ou mesno na mesma situação que eu, nos demos bem logo de cara, conhecemos pessoas em comum de Salvador e ficamos próximos até o fim do seminário. Tocamos e fumamos um tanto e fizemos a tal da mudança. Rolou um exagero sobre o prédio, não era tão imundo assim, dava pra ficar numa boa, e não ficamos sem árvores, muito jambeiros nos davam jambo e sombra. Desencanei de ir pro Recife Antigo, me aprontei e fomos no ônibus do seminário para o sarau e enquanto nada começava resolvemos dar uma passada na concha. Gente pra caralho no lugar. Muitos carros, movimento forte na porta, mas não instigamos pra entrar, a música não tava muito boa. Voltamos para o sarau e cervejinha vai, cervejinha vem, caminho um pouco e sento com os baianos pra tostar um, até que depois de um tempo chegou a Rossana ¿ei, sabe quem ta aqui e quer lhe ver?¿ curiosa... ¿o João¿. Puta que pariu, não acreditei. Como não tinha visto a programação do seminário não vi que o João tava em uma mesa. Sai procurando ele e quando encontro, nossa, quanto tempo... ficamos uns bons segundos olhando um pro outro e sorrindo. Abracei e beijei tanto essa criatura. O João é uma das pessoas especiais da minha vida, com quem aprendi muita coisa e amei desde o dia em que conheci, e que definitivamente vou sempre me lembrar, mas porra muita saudade, e digo que foi a melhor coisa que aconteceu na ida pra Recife. Mas foi foda, é impossível conversar com o João em um ambiente desses, de cinco em cinco minutos alguém chega pra conversar sobre a enecos, denem, avaliação, movimento e tudo mais, todo mundo quer saber quem é e conversar com o João Brant. Dei um beijo sai e fui curtir. Era sexta-feira e estávamos praticamente em um bar da sexta na ufpe. Daqui a pouco o Samuel pegou o violão e até que animou um pouco a galera. Na verdade foi o show do Samuel, o cara deve ter tocado umas 30 músicas, foi bacana, tomar uma cerveja e trocar idéia com algumas pessoas e na verdade nem sei direito como foi a volta pro alojamento, me lembro da chegada, quando fumei um cigarro e capotei.
postado por: pirofágica 2:57 PM
cheguei!!! na verdade cheguei domingo, 23h em casa, morri de cólica ontem e não fui pro estágio e não escrevi nada porque tenho muita coisa pra contar e vcs sabem como é que são os relatos, quaaase sem detelhes :) to escrevendo e vou colocando em partes. tava com saudade...
postado por: pirofágica 12:33 PM
Quinta-feira, Setembro 25, 2003 dio mio! já tá na hora de eu ir e não consegui um lugar pra ficar, e agora?
postado por: pirofágica 12:35 PM
Cansaço da porra! To morta. Correria danada esses dias pra resolver essa viagem e coisas ainda devem ser resolvidas. Com pouca grana, eu e a Mila estávamos tentando uma carona que saísse de grátis, mas não rolou, além de que se eu quisesse mesmo ir no ônibus da galera teria que dar logo que confirmar e dar a grana. Porra, a galera tá indo pro SAI (Seminário de Avaliação Institucional), em Recife e o ônibus tá saindo (ida e volta) mais barato que só uma passagem pra Recife, depois da carona essa era, sem dúvida a melhor alternativa. O problema é que o ônibus sai HOJE daqui, às 14h e eu na maior correria não consegui acertar nada com a Denise (uma amiga que me hospedou no carnaval) que vem pra Maceió à trabalho na quinta e não tive como ligar pra ela esses dias. Consegui entrar em contato com a dd e se ela estiver em Recife vai poder me ajudar, o negócio é que talvez ela não esteja lá (ler comment do post abajo). Ou seja, não to indo sem eira nem beira, sem um canto certo pra me abrigar (ó o drama!) mas vou nessa, tem que se virar né? Outro perrengue é comprar o ingresso antecipado, ainda não consegui, estou vendo se dd pode me ajudar, o galego ia ver com uns amigos dele tbm. Êita que doidinha que sois!!! Pra completar fui ontem lá na história do Roda Mundo (rua fechada e banda toda quarta-feira) pensando em fazer o fogo e passar o chapéu, mas a impaciência, o cansaço e a falta de querosene fizeram com q eu desistisse. A merda que a minha carona era o Tido, o dono da bateria, ou seja, um dos últimos a sair da festa. Resultado, cheguei em casa às 2h30 da madrugada pra acordar às 6h pra trabalhar, resolver tudo já que não vou para o estágio na sexta. Logo depois de despencar no sono, toca o celular, tomo um susto achando que já era o despertador e que já era hora de levantar. O Júnior me dizendo que Los Hermanos tava cancelado no festival. Puta merda, naquele momento eu tava cagando e andando pro LH, só queria dormir, em compensação qnd acordei fui saber melhor da história, pq porra, descer de mala e cuia e ter que voltar (é sério, se não tivesse LH eu não ia). Liguei pro SAC da skol, ó só a burrice..., e o que me pareceu é que eu era a pessoa mais bem informada dali. A atendente queria me mandar pra Curitiba e dizia que o show de Recife era em outubro e que as bandas não estavam confirmadas, vixe, uma loucura, doidinha doidinha. Mas... a assessora de imprensa do LH me respondeu um e-mail e disse que vai ter sim o show, além da informação no blógui do Bruno Medina. To indo, mais uma vez só, pra ver no que vai dar. inté então. Ai que sono!
postado por: pirofágica 10:53 AM
Quarta-feira, Setembro 24, 2003 Fogo na babilônia hoje, passar o chapéu e descolar algum troco pra viajar.
postado por: pirofágica 12:16 PM
Demorô! Toda terça-feira é um tormento pra mim quando lembro da aula que tenho que assistir. Já não suporto a disciplina e o professor faz com que eu goste menos ainda. Na verdade todo mundo sabe que na minha opinião é um absurdo essa disciplina ser obrigatória, "Administração e Marketingda Empresa de Comunicação", urg! Só que dessa vez o caldo do professor desandou. Eu, entrei chapada na sala e tinha decidido que ia ficar quietinha, ia ficar no meu canto, me conhecendo e sabendo que isso não ia acontecer na verdade, mas tava lá, quase dormindo e com aquela cara de "bom humor" que só eu tenho. Mercado vai, comércio vem, marketing aqui, plano de contas acolá, compras no shopping, computador e telefone celular, eu só fiquei na sala porque era revisão para prova. Havia decido falar em público que não faria a prova quando uma birutinha lá da sala se manifestou: "professor, o senhor pode explicar melhor, eu não estou entendendo muito bem". - O que é que vc não tá entendendo minha filha? - É que esse negócio de plano de contas... e esses outros assuntos vc não deu. -Dei sim - Não deu. Aí outra figura que toda hora olhava pra mim concordando com minhas rabujices anarquistas desceu a lenha. - Você não dá um texto pra gente se embasar, vc não quer que agente aprenda... E outra, mais outra, e várias pessoas começaram a reclamar e o cara ficando vermelho de raiva. Na verdade esse perrengue com professores temos diariamente, mas alguns são foda demais. "Olha, não vou fazer a sua prova pq independente de anotações e exemplos dados em sala de aula, eu nunca vou dar a resposta que vc quer fulano" "Eu sei que vc vai fazer boa prova erika... não sei pq vcs estão com medo da prova..." "Fulano, a avaliação é só um dos problemas, vc não está ouvindo as reivindicações, os descontentamentos..." E o cara é carne de pescoço, não aceita crítica e eu disse isso à ele. "Não vou dar textinho pra vcs. Quem quiser que se vire" E o bicho é delicado assim mesmo. A maíra disse que eu me empolguei, mas porra, depois de quase 5 anos na ufal meu sonho era ver o povo acordar e também reclamar, principalmente de professores com ar superior como o tal. Depois de muito bate boca de uma parte da turma (a outra parte até concorda, mas não se manifesta de forma alguma) todos começaram a levantar e sair da sala. Quando eu levantei o cara veio em minha direção. Eu "pronto, vou apanhar". "Senta aqui, vamos conversar nós dois" E falou um monte de coisas, mas também ouviu. Inclusive o que eu sempre quis dizer, que era um absurdo essa disciplina ser obrigatória para a formação de um jornalista. Depois dele falar e ouvir deu um sorriso falso e disse que eu tinha um talento, o talento de saber 'me colocar', não entendi muito bem mas desconfiei. E terminei com a frase "Fulano, eu só quero escrever".
postado por: pirofágica 12:05 PM
Terça-feira, Setembro 23, 2003 Lelo, feliz aniversário! te amo, meu amigo! e Folha, feliz aniversário! (foi ontem) também te adoro pretinha :)
postado por: pirofágica 12:37 PM
odeio dinheiro, por que as pessoas brigam e magoam as outras por causa de dinheiro? e odeio a frase: "agente não pode fazer tudo o que quer" é por isso que eu brigo, pelo direito de fazer e ser o que eu quiser não é stress, to indignada e triste, só isso mas todo mundo insiste em me regular, não posso estar feliz e contando piada o tempo inteiro, não dá. (mas daqui a pouco fico numa relax, numa tranqüila, numa boa)
postado por: pirofágica 12:35 PM
Notícia: TIM Festival apresenta suas atrações Surpresas como Fellini e Wado dividem a atenção com grandes nomes como Nação Zumbi e Los Hermanos Entre os destaques nacionais da escalação, há um saudável ecletismo tanto de estilos quanto de gerações. No primeiro dia do festival, o palco Tim Lab (cujos shows começam às 23h) terá duas atrações brasileiras. O samba pós-moderno do alagoano Wado abre a noite e os Los Hermanos fecham a jornada (com o grupo americano Lambchop entre os dois).
postado por: pirofágica 11:03 AM
Segunda-feira, Setembro 22, 2003 poxa, andei pensando sobre minha saúde física e mental. meu corpo está cansado, minha mente também. definitivamente não combino com esse mundo a cida me disse que se escrevesse um livro sobre boêmia eu seria a personagem principal querer enche o saco logo eu, que sempre vivi bem na minha simplicidade... que frescura é essa? ui ui ui moderninhos depressivos... vai catar coquinho vai!
postado por: pirofágica 11:59 AM
não custa nada lembrar: sintomas da TPM 1 depressão, sentimento de desesperança, pensamentos auto-depreciativos; 2 ansiedade, tensão, nervosismo, excitação; 3 fraqueza afetiva, tristeza repentina, choro fácil, sentimento de rejeição; 4 raiva ou irritabilidade persistente, aumento dos conflitos interpessoais; 5 diminuição do interesse pelas atividades habituais; 6 sensação de dificuldade de concentração; 7 cansaço, fadiga fácil, falta de energia; 8 acentuada alteração do apetite; 9 distúrbios do sono; 10 sensação de estar fora do próprio controle; 11 inchaço e/ou sensibilidade mamária aumentada; 12 dor de cabeça; 13 dores musculares; 14 ganho de peso ou sensação de inchaço; gente, não olhem assim, isso tudo tem há ver com hormônios, malditos hormônios!
postado por: pirofágica 11:32 AM
olha o photoshop aí gente...
postado por: pirofágica 10:14 AM
repassando... Veja a programação completa do TIM Festival (folha on line) TIM CLUB 30/10 (20h) Quinteto Nestor Marconi Cedar Walton All Stars McCoy Tyner Big Band 31/10 (20h) Luiz Avellar Terence Blanchard¿s Bounce Illinois Jacquet Big Band 1/11 (20h) Meirelles e os Copa5 Walt Weiskopf Nonet Shirley Horn TIM STAGE 30/10 (21h) Beth Gibbons and the Rustin¿ Man kd lang 31/10 (18h) Whirlwind Heat Fellini Super Furry Animals The Rapture The White Stripes 1/11 (18h) Sinhô Preto Velho Afro Reggae Nação Zumbi The Streets Public Enemy TIM LAB 30/10 (23h) Wado Lambchop Los Hermanos 31/10 (23h) Tira Poeira Henry Butler Gotan Project 1/11 (23h) Chico Correa & Electronic Band Gerador Zero & Apavoramento Coldcut Front 242 AFTER HOURS 30/10 (2h do dia 31) Jackson Araujo 2 Many DJs 31/10 (2h do dia 1) George Actv House Set Erol Alkan Maurício Lopes 1/11 (2h do dia 2) Edinho, Zé & Gordinho DJ Marlboro & Convidados Eita... tô muito a fim de ir pro Rio, ver alguns amigos e ver o show do Wado. Mas porra, pq o rio de Janeiro tem que ser tão longe? Sai muito caro tudo, apesar de provavelmente não pagar a entrada se os meninos tiverem convites, mas a passagem é que quebra.
postado por: pirofágica 9:52 AM
A culpa não é minha... Depois da embriagues coletiva da sexta-feira, voltei de carona com o Tido e o Dudui e acordei mal no sábado, com aquele revestrez que rola de vez em quando na ressaca, a Mirna disse que era "não sei o que lá intestinal", eu chamo de desarranjo mesmo. E com uma reclamação aqui, outra ali, dei um tempo para chegar no aniversário da Bachara. Uma festa que estava marcada pra começar às 13h, eu chego às 17h30 só poderia encontrar todo mundo já louco né? E todo mundo me perguntando: "que cara é essa heim!?" - "tá desanimada?" - "não acredito que não quer beber"... Depois de já estar me sentindo melhor resolvi tomar um copinho de cerveja. Tomei alguns, mas daquele jeito, meio no meu canto, sem muita paciência para os bebões. Até então não tinha percebido. Nanda me liga querendo que eu substitua ela em um trampo com fogo numa festa de playboy em um bar de plyboy daqui. Não estava me sentindo tããão bem, mas já era uma parte da grana pra ir pra Recife semana que vem. Acertei pra ir, tinha que estar lá 21h. Meu querido Lucas "cabecinha" tinha que ir pra casa e me deu uma carona e a pequena Nicolle topou me acompanhar, pra depois irmos juntas pro Jaraguá encontrar o povo. Sem entrar em detalhes (o que é difícil no meu caso), deu uns "5 minutos" em mim e resolvi que não ia ficar até meia-noite naquele lugar pra me submeter com o "quero assim, quero assado" de quem acha que pode tudo por que "tá pagando" (deu pra sentir que ainda to no clima...). Fomos embora. Então foi no bar que a coisa começou a ficar fora de controle. Começou assim, irônica, sarcástica, chata pra caralho. Mila morria de rir com os "foras" que eu tava dando no povo. Estilo "sem paciência", mas de uma forma, digamos 'engraçada'. Me disseram que estava tesourando todo mundo e ganhei singelos apelidos como "Eduarda, mãos de tesoura" e algo como "o massacre da serra elérika". Bebendo, nem percebi que era a danada chegando, até dormir e acordar com um falso bom humor, mas com a língua tão ou mais afiada de que na noite anterior. Depois do almoço desandou, baixou a grosseria total e foi quando me dei conta que era ela, só podia ser, a maldita TPM.
postado por: pirofágica 9:46 AM
Sexta-feira, Setembro 19, 2003 galego e sua amiga se divertem sábado à noite saem de fucas pela cidade escutaram um rock n'roll tomaram uma cerva encontraram a galera... e se divertiram muito em mais um sábado à noite
postado por: pirofágica 5:50 PM
Falô aê gente! Novamente me angustio pela insatisfação. Ao meu redor procuro imaginar, outros sons, outros cheiros, outras pessoas, ou nenhuma pessoa. As paredes me isolam. Outro dia mesmo quando lhes contava sobre as mesmas angustias eu disse como odeio os condicionadores de ar, continuo odiando, mas não é a máquina exatamente, mas o mundo me esperando e eu, aqui, bem aqui. Sem tratar de culpas por saber que também as tenho, em mínimas proporções, é verdade, mas reconheço que as tenho, mudo de assunto sem fugir do foco. Neste momento estou sozinha, mas ei que sou observada e tento não me preocupar com isso, pelo menos agora. Já não estou mais só, pessoas entram, pessoas saem e posso dar fim nisso agora, mas qualquer atitude vai se prender ao paliativo. Então procuro algo que nem sei nas noites de sexta-feira, com toda a contradição que me cabe, tenho direito, quero sossego e quero euforia, quero achar em esquinas mais doses de bons momentos, quero muito? Quero o suficiente, a minha suficiência quer mais. Ah!, sinto por você, mas não me importo de ser assim. Sem mensuras e tal. Me despeço com a sensação de que nada mudou, ainda. E com toda a minha ingenuidade que não convence mesmo que eu quisesse, minha alma transparece e eu, aceito a condição.
postado por: pirofágica 12:24 PM
idéias enroladas como os cachos do meu cabelo...
postado por: pirofágica 12:01 PM
que cousa heim!?... sai de casa de mala e cuia, com biquíni e tudo mais pensando em dar uma chegada na praia quando saísse do estágio e de repente, o tempo fecha totalmente, até chuva cai. toda sexta-feira é isso, o que fazer durante a tarde? vou andar por aí...
postado por: pirofágica 11:58 AM
Hoje!
postado por: pirofágica 10:13 AM
Quinta-feira, Setembro 18, 2003 e eu to indo agora sozinha assistir Lisbela e o Prisioneiro pq todo mundo fala que vai e nada... vou só mesmo.
postado por: pirofágica 12:13 PM
e o cordão dos aniversariantes cada vez aumenta mais... no post "Aniversariantes do mês" dei meus parabéns aos queridos amigos Lucas 'cabecinha' e ao querido Rato, depois descobri que naquele mesmo dia foi aniversário do Siri e do Max "sujeira bicho". ontem foi o dia da grande Madre, amiga de fé irmã camarada, a Bachara (como diz o lucas) ou Barata para os íntimos. e em plena quinta-feira demos início às cotas para as drogas e até eu (hum) que estava decidida não beber (parece piada) bebi. a cara da aline, 51 com refrigerante. Não, to ficando velha pra essas coisas. a festa vai ser no sábado, na casa dela. ainda têm Folhinha, na segunda e Lelo jones na terça, afe!
postado por: pirofágica 12:12 PM
Na lembrança Cecília Prettì Quando ele chega Cantando a primavera Lembrando nossa história Das noites de festa Quando a bebida fazia Do verbo dono Da euforia a vez E o verbo outra vez É quando ele chega Cantando nossa tristeza Lembrando a despedida De tudo o que eu fiz Do pior de mim Do veneno que eu sou, A mulher que amou E eu ando sem parar Chegando em poucos, E muitos são os cantos Por onde andou meu coração E quem vai me dizer Por quais terras vai passar? Só sei que o acalanto, por aqui não está. Ah, e vê se para de se desculpar. (ouvindo "Gota d'água" de Chico Buarque)
postado por: pirofágica 11:45 AM
Filho de peixe? Outro dia estávamos em um bar (graaaaande novidade) eu e uns amigos e conversa vai, conversa vem alguém, não me lembro quem, comentou de ter visto a Maria Rita no Fantástico, e todos, os que (ou)viram soltaram suas opiniões. Eu gostei muito da voz dela, forte e ao mesmo tempo suave, tem o timbre bastante parecido com o da mãe, a maior cantora que esse país já teve, Elis Regina, é linda e pelo visto tem um ótimo gosto musical. Logo que voltou para o Brasil e decidiu cantar, participou do CD do Milton Nascimento, e hoje Maria Rita canta canções de sua autoria no seu trabalho, além de Rita Lee e SETE músicas do Marcelo Camelo (se apaixonou a mulher, mas digamos nós admiradores do LH, o Camelo é foda, mas ainda prefiro as letras do Amarante), e outros. Ainda não ouvi o CD todo, estou bastante curiosa. De volta ao bar, um dos amigo disse que não ouviu e perguntou se ela não era como alguns medíocres filhos de famosos que estão aparecendo por aí. Obviamente que pedi o nome da boiada. Já desconfiando de algumas respostas mandei um "quem, por exemplo?" "O Max de Castro por exemplo" É, na verdade eu comprei o CD mas não gosto muito do som do cara, acho meloso demais, falta uma dose de criatividade que convenhamos estamos muito bem representados em terras caetés. Outro amigo virou e disse:"Simoninha, não faz nada, só aparece". Tá, conheço quase nada do Simoninha e o pouco que conheço não me agradou tanto, acho que foi mais ou menos o que aconteceu com o Max de Castro, essa mesma galerinha, na verdade. Aí eu cutuquei a onça e parti pras bandas de Bahia. "E o Moreno Veloso, o que acham? Porque desse eu gosto, to começando a ouvir e achar um trabalho interessante, quero ouvir agora o Domenico+2". Aí foi uma confusão que o amigo que começou a conversa disse que não tinha gostado, que isso e aquilo e só foi sacra que estava pensando em outra pessoa quando eu perguntei sobre o Davi Moraes. "Êita, pensei que vc tivesse falando desse". "Não, não, Moreno/Caetâno, Davi/Moraes" Ah tá, consenso entre quem ouviu sobre Moreno, só não entendi quando disseram que ele não "acredita". Eu acho que ele acredita sim, se não não estava com o segundo disco com dois figuras massa, o Domenico e o Kassin. "Davi Moraes toca bem quando não canta, quando canta nem canta bem, nem toca, desafina", disseram. Mas é um puta guitarrista mesmo. E a Preta Gil? sem comentários. essa matéria tá bacana: Los Hermanos, Milton e Rita Lee aparecem no CD de Maria Rita mais essa
postado por: pirofágica 10:44 AM
Quarta-feira, Setembro 17, 2003 Restos de mim sobram em guardanapos anônimos que borram em mesas de bar e assim os surtos etílico/poéticos se perdem, ou se acham, sei lá...
postado por: pirofágica 11:36 AM
Segunda-feira, Setembro 15, 2003 Agente trabalha muito, ganha pouco mas se diverte... Pois é, mais uma segunda-feira, dia de contar os causos do fim de semana, pra você vê que todo mundo diz que é diário, não é bem assim, fim de semana nada de escrever, outras coisas devem ser feitas, além de que alguém tem que contar os causos nénão? Êita que a sexta foi danada. Finalmente aconteceu desta que vos escreve botar um sonzinho de vinil pra galera balançar no Bar da Sexta. Passei a tarde inteira ouvindo alguns discos pra dar aquela conferida se a música tá riscada, dar uma limpada em outros e ir pensando o que eu ia botar, mas já tava tudo na cachola. Fiz a rapa dos que estavam em casa e pedi pro Michel deixar os meus que estavam com ele na casa da Mirna pra eu não ter que ir lá buscar e atrasar minha vida, eu sou foda, deixo tudo pra última hora... liguei pra Nanda e ela disse que ia levar os meus que estavam com ela, mais uns dela, Vera tava com mais dois e ufa, consegui reunir meus discos de volta (quase todos). E cadê as pick ups? Nada. O som que o Bruno levou não funcionava sei lá pq e o Wil que disse que emprestaria suas pick ups não chegava nunca. A solução foi ir colocando cds para tocar e eu não gostei nada disso, mas... O cara chegou e não levou, meu querido Lucas agora 'motorizado' foi buscar na casa do Wil. Monta daqui, pluga dali até a bagaça funcionar. Bagaça das boas, duas pick ups e um mixer novinho pra eu brincar, mas infelizmente, por problemas técnicos, só uma funcionou. Pedi desculpas pela demora, e avisei sobre as dificuldades de só estar funcionado um passa disco, sobre não estar enxergando porra nenhuma, estava sem fone e eventualmente algum disco poderia estar riscado, desculpas dadas, o primeiro som seria um rock n´roll feito no Brasil nos anos 60e soltei a agulha. Gal Costa cantando "Divino Maravilhoso" começou a noite. Foi massa, muito mesmo. Adoro botar som e ver a galera curtindo, eu, apesar da nóia de estar trocando os discos e tudo mais, curtia e ficava de olho com a galera que queria pegar e olhar os discos (fiquei em um lugar horrível). Mas a maioria gostou muito, fiquei feliz de receber vários elogios. A idéia era de botar mais som no intervalo das bandas, mas o negócio desandou e não rolou a tão esperada seqüência de Chico Buarque, fiquei triste. Mas em compensação nós, bêbões sobreviventes como eu, vera, kauê, thiago, júnior, nicolle e, nem me lembro mais, fomos para o Roda Mundo e desde a saída do DCE eu e vera cantamos nosso repertório de Chico, cambaleando e cantando. Quando chegamos no Bar apareceu um casal de colegas nossos e com o violão dos meninos tocaram mais músicas de Chico, êita êita... Nem lembro direito do momento que dormi, quer dizer, mais ou menos. Havia decidido não sair no sábado. A idéia era ir pra casa quietar o facho, mas o tempo foi passando, os meninos fizeram uma comidinha boa e como tinham que estar 4h30 na rádio educativa pra falar no programa da Gal sobre a banda e divulgar o show (depois eu coloco a data aqui, esqueci), convidados pelo Bozo da Poeira Nordestina, então resolvi ficar para ouvi-los. Além de representantes da Poeira e da Dona Maria estavam presentes o Marcius do Jazz Brasilis e o Flor, que cantou e tocou o seu violão que imediatamente nos remeteu a Dylan. Como na casa dos meninos não tem rádio saímos eu, Júnior e Lee rumo a um bar para ouvir e tomar cerveja. Nos divertimos muito com os meninos na Rádio, foi muito legal ter rolado duas músicas, uma ao vivo, com o voz, violão e percussão do galego e dos meninos do Poeira. A pérola do programa saiu da boca do meu amigo Tido ¿rasgar seda não, é melhor deixar ela inteira¿. Voltamos pra casa e esperamos os meninos chegarem da Rádio, e chegaram afim de beber. E vamos nós de volta ao bar. Êita que a mãe do Beto deve me achar a própria bebona mesmo. E tome cerveja e, diga-se de passagem, a nossa conta foi absurda. De 20h30, quando chegamos no bar até umas 4h, quando resolvemos dar uma chegada no Engenho pra ver como é que estava. Nada demais, ninguém conhecido então voltamos e nos alojamos no churrasquinho perto da casa dos meninos (tudo ali é perto da casa dos meninos). Sem grana totalis o thiago ainda pagou uma cerveja, a flávia mais umas e novamente fomos alcoolizados para casa. Dor de cabeça dos infernos no dia seguinte. Resolvi chegar em casa antes de noitecer, então saí umas 4 da tarde pra dar uma alegria pra mamãe. Pego eu o velho Graciliano Ramos/Ponta Verde, que dá a volta ao mundo pra chegar em casa (prefiro ele pra poder ver o mar, além de ir sentada). Quando passa ali pela Pajuçara entra o povo todo vindo da praia e o cheiro de álcool toma conta do buzão. De repente entra por trás um Trio de Forrozeiros, provavelmente vindo de alguma apresentação. Os véio já tungados se acomodam. Um senta no banco atrás do meu, outro do meu lado e um ficou em pé, e o ônibus cheio. O que tá atrás pega o pandeiro e fica pro que está ao meu lado: ¿vamo toca homi, vai pega o fole¿ esse olha pro que está em pé e fala: ¿vamo rapaz, uma musiquinha¿. Instigação daqui e acolá, resolvem tirar da caixa o fole e a zabumba. Olhei pro que estava do meu lado e falei: ¿cadê o triângulo?¿ -Tá aqui, quer?¿ -Manda. Peguei o triângulo e eles começaram a tocar quando eu entrei, com aquele triângulo pesado pra caralho, mas ainda do que o da vera, e um olhou pro outro e diz ¿óia, a danada sabe tocar mesmo¿ e todo mundo se empolgou, cantando e batendo palma. Foi lindo! Foi chegando perto do meu ponto e não queriam deixar eu descer, quase fico no ônibus com eles, desci do ônibus morrendo de rir.
postado por: pirofágica 4:56 PM
Sábado, Setembro 13, 2003 Cancún - Subcomandante Marcos: A Globalização, máquina que come sangue Carta de Manu Chao em apoio às mobilizações em Cancún fonte: cmi
postado por: pirofágica 7:46 PM
Sexta-feira, Setembro 12, 2003 Melhorei! Saí do estágio pensando em passar na casa dos meninos e chamar para irem comigo ver a exposição do Ricardo no Théo Brandão, mas não tinha ninguém em casa, resolvi então dar uma passada no Ateliê do Aquiles e falar sobre uns trabalhos, e como fala, nossa, mas é gente bona o figura. Ainda tinha um bom tempo antes da abertura da exposição, então marquei com a Maíra de nos encontrarmos no Engenho, os meninos já estavam lá, acho que tinham saído do ensaio, Wado, Alvinho, Júnior e Wilson, o Pablo deve ter decido da ufal com a Maíra. Tomamos umas cervejas e fomos ver a exposição. Bastante gente, muitos carros, além da exposição era dia de ensaio de algum folguedo (toda quinta). Mas que linda a exposição. As fotografias belíssimas, ambientação perfeita, curadoria do Delson Uchôa deu baile e a produção da Janayna de muito bom gosto. Quem não foi na abertura que estava ótima com cervejinhas (que tomei várias e cheguei meio grógui em casa) e tudo mais, não deixe de ir, mesmo. (a sacada dos binóculos, aqueles pequenininhos que te lembram a infância, pelo menos quem visitou ou é do nordeste, com a mesa de luz, e a parede de luz, ficou perfeita) aê 77 duas fotos: EXPOSIÇÃO "4 VENTOS" Exposição fotográfica que mostra as danças, cores e retratos dos mestres de folguedos do estado de Alagoas.
O Guerreiro de Alagoas É uma dança deliciosa Quem bota o joelho em terra A moça fica formosa
tem mais aqui ó
postado por: pirofágica 12:11 PM
Aniversariantes do Mês Pois é, ontem foi uma correria danada pra recuperar a falta no estágio, e como ainda estava (estou) mais ou menos, preferi dormir até um pouco mais tarde e trampar pela tarde, o que me fez perder a comemoração do aniversário do querido Lucas "cabecinha", mas a "rainha" aqui se lembrou e mandou uma mensagem para o molecular do "súdito". Tá, quem me conhece deve achar estranho esse papo de "rainha" e "súdito", nem preciso dizer que é tudo uma brincadeira, que começou na paraíba sei lá pq... uma coisa de "encontro de gerações" que se dão muito bem e atuam no mesmo pique, algo assim. Enfim, perdi a(s) vela(s) de aniversário do calouro mais querido da tchurma. E no tal 11 de setembro também foi aniversário de um graaaande amigo, coisa mais querida do Brasil, o Railtinho, Rato. Todas aquelas coisas boas que as pessoas desejam às outras no dia em que fazem aniversário, desejo todos os dias pra vcs meus amigos e desejo também aprender a tocar pífano Rato, tá já sei, eu vou...
postado por: pirofágica 11:46 AM
Quinta-feira, Setembro 11, 2003 mesmo dodói, com dor de cabeça e um tantin mau humorada (tá isso é até normal) vou dar uma sacada na abertura da exposição "4 Ventos", do Ricardo Lêdo. dei uma sacada em algumas fotos em off e digo que são lindas. aliás o Ricardo é um excelente fotógrafo. pois é, hoje, às 20h no Museu Théo Brandão. Tá dado o serviço!
postado por: pirofágica 5:56 PM
bau huborada, fanhosa e buuuuito gripada! atchim!
postado por: pirofágica 5:36 PM
Se é pra falar então dá licença... Ai como eu quero terminar logo essa tal de graduação. Sinceramente não tenho mais paciência de ir pra universidade. Esse tempo de greve me deixou bem acostumada, já tinha esquecido das aulas mais chatas do mundo que tenho que assistir para conseguir um diploma que, bem... nem sei se vou precisar. Ainda sou a favor do diploma em jornalismo, mas várias coisas me fazem repensar esta posição. Cada ano a mediocridade aumente no antro do COS, impressionante. Salvo as raríssimas exceções, os conformados preconceituosos limitados imitadores sonhadores com o padrão globo de jornalismo, que pipocaram nos últimos anos no curso me dão enjôo. Eu poderia estar cagando e andando pra eles, e na verdade estou, mas quando penso que esses ilustres coisa nenhuma estarão povoando as redações dos jornais, revistas e tvs, penso também que futuro trágico terá a humanidade. Forte!? Dramático? Pode ser, mas como dizem os graaaandes jornalistas, é fato. Penso eu: o que farei da minha vida quando me livrar da universidade? Voltar para a universidade. Para outra, não agüentaria passar mais dois anos na Ufal. Tentarei o mestrado que quero se ele ainda existir, mesmo que tenha que voltar para SP e como provavelmente não passarei (é fato), pode ser que tente um re-ingresso para o curso de Letras, mas tá, e daí, e o diploma de jornalista? Uma coisa é certa, com diploma ou sem diploma vou precisar de grana. Sei que posso conseguir tranqüilamente uma vaga em qualquer um dos jornais daqui, nada de extraordinário, com o risco de perder a vaga na próxima semana, é claro, não por incompetência minha, mas digamos, falta de tato dos editores que, convenhamos, nunca ouviram falar muito desse tal de jornalismo literário (a maioria, pelo menos). Ai o Aló o Aló, o doidinho lindo que eu adoro, meu orientador, me disse que eu "quero muito", e que isso "é ótimo". Aló dá o maior apoio em relação às minhas opiniões sobre o jornalismo. Pudera, estou falando de um teórico apaixonado por artes e freudeano da cabeça aos pés. Preciso dele, pra me instigar, me impulsionar a escrever, mas sinto falta de mais puxões de orelha e uma certa orientação, mas sei que não devo cobrar tanto, se não escrevo uma linha sequer. Não dá, não tenho mais paciência pra fórmulas prontas. Jornalismo não é ciência exata. Morte à ditadura do lead. Pirâmide invertida? Texto invertido meu amigo, quem dá as regras sou eu, o front. Um basta aos burocratas da comunicação e as pautas que te dizem todo o caminho a percorrer. Sabe o que eu penso da pauta? Que ela deveria ser como a partitura de um jazz, te dá a linha, mas o bom repórter, como um bom jazzista tem que saber improvisar, se não cai na mesmice e tudo soa verdadeiramente falso, se é que isso é possível. Como não sou e nem pretendo ser apenas uma teórica do jornalismo (na verdade não sou porra nenhuma, e lanço palavras vomitadas sem limpar o canto da boca) tu me pergunta: mas e aí, tudo muito bonitinho e tal essa coisa de misturar literatura e jornalismo, mas e na prática? No dia a dia? Tenho muito o que dizer sobre isso, por isso tenho que escrever logo o bendito tcc, capisce?
postado por: pirofágica 5:32 PM
Terça-feira, Setembro 09, 2003 e por falar em Leminski... eita maniazinha de começar as coisas e não terminar... como uma duranga que se preze, vivo inventando formas de descolar um troco, e me divertir é claro. a pirofagia dá um troco de vez em quando, o artesanato - pulseiras, brincos, as paradas de palha no macramê, e arranhar uns sambas e umas emboladas no pandeiro, tudo isso já foi modo de ganhar um troco, e se divertir. antes de ir pro seminário da paraíba e e outro durango, o galego, resolvemos inventar mais uma pra ganhar o tutu da cerveja, pelo menos, e copiamos com os devidos créditos a idéia de um poeta marginal gaúcho que não conhecia, mas viajei muito na poesia dele, Uby Oliveira. o cara faz umas artes nas caixas de cigarro e coloca suas poesias, dá um trato mesmo, e fica lindo. pensamos, eu e o galego de adaptar a idéia com alguns de nossos poetas preferidos. listamos alguns, mas teriam de ser frases, já que o espaço dos cartões é pequeno. eu, sem pestanejar, disse que faríamos uma só com frases de músicas do Chico e inevitavelmente me vieram ä mente as letras de Leminski, Alice Ruiz, Manoel de Barros, Hilda Hilst, Ledo Ivo... esse povo bom que tive o prazer de conhecer. Tá, fizemos duas caixinhas (chico e leminski/ruiz) e não vendemos, ficamos de fazer mais e ainda não fizemos. Mas ficou tão bacana que eu queria ficar com as duas. Vou fazer mais, dá de presente, não sei vender, sou péssima vendedora. AMOR BASTANTE Paulo Leminski quando eu vi você tive uma idéia brilhante foi como se eu olhasse de dentro de um diamante e meu olho ganhasse mil faces num só instante basta um instante e você tem amor bastante "Dar o passo maior que a perna rasga as calças fura os bolsos e deixa os pés tímidos de vergonha" Uby Oliveira Ari, grata pelo elogio, mas... pô, Leminski é muito foda, sem comparação!
postado por: pirofágica 7:46 PM
Segunda-feira, Setembro 08, 2003 caralho, eu sou o cúmulo da irresponsabilidade. quase nunca chego no horário, fico com preguiça de fazer as coisas quando eles se tornam "responsabilidades", é foda, mas odeio compromisso. fiquei não sei qnt tempo de greve e hoje, qnd retornam as aulas, lembro mais uma vez que não fiz um trabalho insuportavelmente chato que tenho que fazer.
postado por: pirofágica 12:26 PM
aaaatchim... peguei... a gripe do Ari, e olha que moramos há mais de 3 mil quilômetros to meio mal, sem disposição para escrever, na verdade sem disposição pra nada, só pra receber carinho!
postado por: pirofágica 12:06 PM
Sexta-feira, Setembro 05, 2003 Consegui ficar acordada! To aqui, morrendo de sono porque fui dormir ontem 2 da madrugada. Queria muito ver seu Nelson da Rabeca ontem no programa do babacão, mas como é tarde...nossa, antes dessa vidinha de acordar às 5h50 da madrugada (tá, na verdade mesmo eu só levanto 6h20), eu não dormia antes das 2, em compensação não acordava antes das 10. O segundo "entrevistado" da noite. Foda-se o Jô, não vou nem ficar falando das idiotices deste que se acha, este post é só pra falar como pode existir criatura tão simpática, inteligente e cheia de vida como seu Nelson da Rabeca... Nelson dos Santos trabalhou no corte de cana por 54 anos e graças a Rabeca conseguiu um pouco mais de tranqüilidade para viver sua velhice. Aos 52 anos viu na TV (de um vizinho, não tinha TV em casa) um violino e cismou em fazer um igual e aprender a tocar, achou tão bonito. E não é que o danado fez mesmo? Saiu catando madeira, todo tipo de madeira macia, testando, testando, e foi dando certo. Com todo o instinto e esperteza de sua natureza, construiu rabecas fantásticas e "inventou suas próprias músicas", começou reproduzindo, ao seu modo, canções que chegavam aos seus ouvidos, como "Asa Branca" do mestre Luís Gonzaga, aliás, a primeira música que Nelson tocou na rabeca. Sempre sorridente, cativa todo mundo com sua simplicidade. A simplicidade do povo pobre, da roça, de gente como seu Nelson que já passou fome, passou há pouco por grave doença e demonstra tanta alegria em mostrar o que aprendeu com a música, assinar o nome inclusive, já que é analfabeto. Com uns 80 anos (não se sabe ao certo sua idade) fala aos ventos que não tem vergonha de falar em público, em se apresentar, seja com quem for, Hermeto Pascoal, Siba, qualquer rabequeiro "eles fazem o deles e eu faço o meu", disse. E dona Benedita? muito bonita a relação dos dois. Está sempre ao lado de Nelson, como esposa e cantora. Sua voz estridente chama atenção de quem nunca viu (ouviu) de perto nossa cultura popular oral, dos mestres do nosso folclore. Me emociono com eles, os mais velhos, suas experiências, com a simplicidade e beleza.
(ouvindo Sotaque, do Wado)
postado por: pirofágica 12:36 PM
Quinta-feira, Setembro 04, 2003 pois é, acabei de saber agora que não vai ter Bar de Sexta amanhã, o que significa que mais uma vez não vou colocar som na festa e vou ficar frustrada por isso. devo então tomar a atitude de ir na casa do Michel buscar meus discos e levar os dele, e passar na casa da Nanda e pegar mais discos meus. quando é que vou poder colocar a radiola pra chiar heim!? me lembro da festa que teve na Guaxuma que, incansavelmente botei som das 4 da madruga às 10 da manhã, e o que é melhor, quem ficou gostou muito, até a galera do bar que começou mandar uísque pra eu não parar de tocar. isso rende até hoje...
postado por: pirofágica 5:24 PM
Ou 1 ou outro Quase nunca acontece nada (essa foi boa heim!?) nessa cidade e quando acontece é tudo no mesmo dia. Foda né? Nada poderei fazer a não ser uma escolha, na verdade tenho um compromisso em um dos lugares, então, não tenho muita escolha, mas...que droga! 1. Sonoras Imagens: festa da galera brodona, bem bacana, com a Caleidoscópio, duas bandas de reggae, a Nadium e a Mensageiros, Endi e Marcus tirando um som, a ilustre presença de Mestre Verdelinho e euzinha aqui fazendo um fogo com mais alguém, talvez o Nivaldo, ou o Beto, ou a Cris, não sei... precinho: 5 pilas. 2. Seu Nelson da Rabeca com as participações de Wado e Vibrações Rasta, no Orákulo. (fonte: voodoo). E por falar em Nelson da Rabeca, se liguem, a figura linda e sorridente vai estra no programa do (escroto) Jô Soares hoje. 3. Dr. Funk em uma festa black no Quarup.
Na verdade foi a opção 3 que mais me balançou. Balançar é a palavra e o que eu venho necessitando de uns tempos pra cá é uma noite dessas, com muito funk pra balançar. Mas tinha que ser tudo no mesmo dia. To inconformada!
postado por: pirofágica 3:57 PM
entrevista com o Xique Baratinho no Voodoo Esportes
postado por: pirofágica 3:32 PM
Quarta-feira, Setembro 03, 2003 Sobras Cecília Prettì Quais sobras hão de cobrir as faltas? As sombras, os silêncios, os sonhos, labirintos infinitos Qual toque acenderá a velha novidade? De luz, fogo, paixão que incendeia Sem paixão não há imprevisão Como viver sem tesão? Canta, me encanta, me escreve, me sublime Queira o impossível, me indecifrar, o alvo Me tente, mas não me deixe Sem que a carne trema, sem que tudo exploda Sem que eu não queira que a noite pareça eterna Até que o inexplicável surja entre as penas da incansável ave Até que as mãos entrelacem ao tocar o indivisível aos meus olhos, Céu de estrelas, chão de estrelas Até que nenhuma sobra venha cobrir a tua falta Até que o vazio desapareça.
postado por: pirofágica 5:46 PM
Terça-feira, Setembro 02, 2003 Essa terra das Alagoas...
Não é preciso muito barulho para se fazer música eletrônica de qualidade. Os alagoanos do Sonic Jr. sabem disso e surpreendem por onde passam. Apenas dois integrantes fazendo uma sonzeira muito legal. Vale a pena conferir. leia mais e aqui ó dá pra sacar o show dos meninos no Blen Blen em SP dia 12 de agosto. tem fotos também porra, saudade do Sonic
postado por: pirofágica 12:27 PM
Segunda-feira, Setembro 01, 2003 Jogo de dentro, jogo de fora...
É foda não fazer o que se quer por imposições dessa sociedade escrota. Eu até que gosto do que faço no meu estágio, é bom estar sempre exercitando o texto, mas o que quero dizer, o que eu também vim aqui reclamar, é maior que isso, é sobre essa divisão louca imposta ao tempo, a hora de trabalhar, a hora de se divertir, hora de acordar, hora de dormir, hora disso, daquilo. É a ditadura do tempo. Há mais de um ano fico nessa de ir/não ir para a capoeira, não por falta de vontade, mas a minha hora de trabalhar (pq eu não posso deixar de ir) e a minha hora de estudar (pq se não eu vou passar uns 10 anos na universidade), não me deixam espaço para praticar a angola, quem me lê há um tempo sabe disso. Sexta-feira o Bar da Sexta teve como tema questões relacionadas ao movimento negro, e manifestações culturais trazidas pelos negros da mãe África. Eu gostei muito desse Bar-da-sexta, outras pessoas não e eu não entendi o porquê, mas tudo bem... Comecei falando da capoeira porque logo que cheguei tava começando a roda de Angola, do Palmares, do Mestre Tonico, que é um amor de pessoa, diga-se de passagem. E me encanta, como me encanta a Angola, já escrevi isso pelo velho Assim Assado mas vou repostar uns trechos de um dos meus encontros com a Capoeira Angola, na terra de mais angoleiros que eu já vi, Salvador/BA Que expressão mais fascinante de busca de liberdade é, para mim a Capoeira Angola. A Angola permite um desenvolvimento completo e complexo do indivíduo, como tudo não pode acontecer isoladamente a Angola reúne os desenvolvimentos pedagógicos, psicológicos, corporais, musicais, sociabilizantes, terapêuticos... Édilo é a pessoa mais apaixonada e pela capoeira que já conheci, a Angola pulsa verdadeiramente dentro dele de uma forma linda e viva. Conversamos muito sobre as origens, as influências, o processo libertário, os ensinamentos da Angola para a vida, o respeito à liberdade individual, a não disputa (da forma que a conhecemos), a profunda relação de quebras de couraças, como denominou Reich, couraça muscular, ocular... a libertação das neuroses adquiridas nas submissões e autoritarismos do cotidiano... Resolvemos CRIAR e FAZER nossa própria oficina, quem quisesse (...) Eu, Édilo, Balbino e Marcelinho. Passei alguns alongamentos, de pé, perna, coxa, quadril, ombro, pescoço...Já alongados e aquecidos finalmente faríamos o que Édilo se propõe a todo momento, passar uns movimentos de angola. Foi massa, muito bom. Que coisa linda o gingado, rabo de arraia, chapa de frente, a mandinga, o olho no olho, a percepção de todos os movimentos do outro jogador, que coisa fascinante que quero muito descobrir e viver mais. (post de 22 de abril de 2003) E fiquei lá, viajando no jogo de dentro, no trançar das pernas, no ar de brincadeira, de liberdade no rosto de cada angoleiro alagoano. quando acabou a roda fui toda animada falar com o mestre que agora estava livre aos sábados e que poderia freqüentar as aulas. "não estamos mais tendo aulas aos sábados, mas dá um jeitinho no seu horário minha filha, chega um pouco atrasada, pode". Que merda! não dá, porra de ditadura do tempo! Antes da capoeira teve uma discussão sobre cotas para negros na universidade. também já postei minha opinião por essas bandas, em algum lugar nos arquivos do velho Assim Assado. Depois da capoeira teve a apresentação do grupo AfroMandela. Porra, nunca tinha visto, gostei muito. Começou logo com aquela negra linda cantando "Olhos Coloridos" com uma voz surpreendente. Tem uma coisa meio Axé (no sentido pejorativo da palavra) no som, mas não tem como, esses grupo percussivos são totalmente inspirados nos grupos da Bahia, e os que inspiram são os que estão em evidência e os que estão em evidência são os que mais se apresentam nos trios elétricos e esses são os mais axézão, ah, tá, deixa pra lá... Só sei que gostei. O Luís (figura linda esse rapaz) do Vibrações cantou com a galera, umas músicas lindas, mesmo! Dancei, dancei e quando ia começar um blues improvisado, o povo: vamo embora ouvir o show do cidade negra do lado de fora. Tava nem a fim, mas até que foi bom ouvir músicas do passado do CN, tomar várias cervejas e apagar de tanto sono.
postado por: pirofágica 11:38 AM
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